Reuniões de prestação de contas entram na reta final

A cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP realiza nesta próxima semana a última rodada de reuniões de prestação de contas do exercício 2015. Serão três encontros em Londrina, nos dias 29/2, 1º e 02 de março, reunindo associados das agências Duque de Caxias, Higienópolis e Santos Dumont, respectivamente. O ciclo de reuniões se encerra no dia 03, com a assembleia em Floresta, no noroeste do Estado.

A Sicredi União vem realizando as reuniões, uma para cada agência, desde o dia 14 de janeiro. Nos encontros são apresentados os resultados do ano passado, quando a cooperativa alcançou um crescimento de 17% nos ativos totais e de 15% em patrimônio líquido. O número de associados também aumentou quase 12% em 2015, chegando a mais de 110 mil pessoas.

Na agência Duque de Caxias, a expectativa é reunir entre 200 e 250 associados na assembleia do dia 29, às 19h, no Buffet Atlântico. O gerente administrativo Waldir Guimarães conta que a unidade já fez os convites e nesses últimos dias está em processo de confirmação das presenças. “Notamos que muitos associados anseiam por participar das reuniões. Essa participação nas decisões da cooperativa é um aspecto de relacionamento muito importante”, avalia.

O associado Paulo Olider Chiararia, que é professor aposentado da Universidade Estadual de Londrina, contador e também agricultor, já confirmou sua presença na assembleia da agência Duque de Caxias. Ele é coordenador de núcleo da Sicredi, participa praticamente de todas as reuniões e acredita que, quanto mais os associados se aproximam da cooperativa, mais interessados ficam em conhecer seu funcionamento. “Até em função até da atual conjuntura financeira do país, se a cooperativa tem seriedade – como é o caso da nossa Sicredi – o cooperado passa a ter uma visão diferente e sabe que ele também tem um pouco do que está dentro dessa estrutura de cooperativa. Ele vê com olhos melhores, começa a acreditar mais. A gente deve entusiasmar o associado a participar das reuniões porque na cooperativa ele é dono, enquanto que num banco particular não é nada mais que um tomador de dinheiro”, argumenta com propriedade o associado.

 

Por Máxima Comunicação /Regional Norte