Sicredi é parceira do projeto ‘Cidade do Futuro’, lançado em Maringá

A bandeira de cartões Visa lançou nesta quarta-feira (4), em Maringá, o projeto “Cidades do Futuro”. Além do município paranaense, apenas outras duas cidades no Brasil foram escolhidas para implementar a iniciativa: Campina Grande (Paraíba) e Belém (Pará). Criado para fomentar o uso dos meios eletrônicos de pagamento ao invés de cédulas de dinheiro, a iniciativa conta com parceiros, como a Sicredi União PR/SP, que atuará com foco em educação financeira em busca de desenvolvimento local.

“A ideia é incentivar a inclusão digital por meios alternativos de transações financeiras, como pagamento eletrônico utilizando tecnologias fora do usual, como pulseira, relógio e até em anel”, explica o gerente de Desenvolvimento de Negócios, Anderson Smerdel. A instituição financeira cooperativa também vai promover ações para disseminar conhecimento e fomentar hábitos digitais. Outra iniciativa será a ‘Festa Cashless’, na cidade de Cafeara, na qual não vai circular dinheiro em espécie para desmitificar o pagamento eletrônico.

Para incentivar a população a aderir ao pagamento por meio eletrônico, a bandeira de cartões Visa também vai realizar campanhas informativas e educativas em shoppings, centros de convivência e em peças de teatro que abordam o conteúdo. Outra estratégia será a promoção de sorteios e premiações para quem fizer compras e vendas com cartão Visa. Hackathons (maratona de programação) com parceiros locais para o desenvolvimento de soluções eletrônicas também serão organizados.

Benefícios

Se, com todas essas iniciativas, os pagamentos por meio eletrônico aumentarem nos próximos anos, o levantamento global encomendado à Roubini ThoughtLab revela que a estimativa de benefício financeiro será de R$ 1,1 bilhão em Maringá, dividido entre a população, o setor público e o privado. Sem contar a potencialização da segurança, da eficiência e da conveniência, além da formalização da economia.

Ainda segundo o estudo da Visa, “Cidades sem dinheiro em espécia: Compreendedo os benefícios dos pagamentos digitais”, o benefício entre os consumidores maringaenses poderia chegar a R$ 79,8 milhões por ano, considerando fatores como economia de tempo entre transações bancárias e no varejo e redução de crimes. Para o governo, o valor chegaria a R$ 501 milhões ao ano com o aumento de receitas fiscais, crescimento econômico e redução dos custos operacionais. Já para os estabelecimentos comerciais do município, a economia de tempo durante processamento de pagamentos e o aumento de receita por vendas com base maior de clientes, entre outros, gerariam R$ 528,2 milhões em benefício por ano.

Além disso, o mesmo estudo prevê que, até 2032, os impactos estimados a longo prazo em Maringá resultantes de alguns benefícios diretos seriam o incremento adicional de 1,7% em empregos, decorrentes da intensificação da atividade econômica, 2,4% de aumento extra nos salários e um crescimento de 0,7% no PIB, além do que seria esperado, gerados pela eficiência com o uso de pagamentos digitais, resultando em um incremento adicional de 1,6% em produtividade.

Por Textual Comunicação

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