Sicredi União faz reuniões de prestação de contas em cidades da região Norte do PR

A cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP inicia nesta segunda quinzena de janeiro as reuniões de prestação de contas nas 15 cidades que integram sua base de atuação no Norte do Paraná.

No total, serão 20 reuniões – sendo uma para cada agência estabelecida na região.

De acordo com o cronograma estabelecido, nesta terça-feira, dia 19, acontecem reuniões em Ibiporã, Sertanópolis, Astorga, Santa Fé, Bela Vista do Paraíso e Colorado. Já na sexta, dia 22, estão agendados os encontros em Munhoz de Mello, Jaguapitã e Prado Ferreira. E na semana do dia 25 será iniciada uma nova rodada nas cidades de Londrina, Cambé, Pitangueiras, Sabáudia e Porecatu.

Segundo o diretor de negócios da Sicredi União, Paulo Ozelame, a expectativa de comparecimento é de mais de 22 mil associados nas reuniões das três regionais da área de abrangência da cooperativa, que além do Norte do Paraná inclui a região Noroeste do Estado e o Centro Leste de São Paulo, somando 73 agências.

“Consideramos as reuniões um momento ímpar para a cooperativa, quando o presidente Welington Ferreira e os diretores apresentam diretamente aos associados os resultados alcançados. Fazemos uma reunião para cada agência justamente para facilitar ao máximo a participação. Nossa proposta é estar cada vez mais perto do associado. Afinal, a cooperativa é dele”, assegura.

Além de levarem mais informações sobre o desempenho da cooperativa aos associados, Ozelame lembra que as reuniões de prestação de contas são também oportunidades para   o esclarecimento de dúvidas e recebimento de sugestões.

Opinião do associado – Em Sertanópolis, o agricultor Paulo Sérgio Peccin já confirmou presença na reunião marcada para a tarde do dia 19 de janeiro. Associado da cooperativa há quase 20 anos, ele procura estar sempre inteirado dos assuntos e incentiva outros amigos associados a também participarem. “Em toda reunião, o presidente Wellington Ferreira diz que a cooperativa tem que se aproximar do associado. Eu acho que é por aí que tem que ser”, analisa. “Para mim, tem sido um aprendizado. Eu achava que cooperativa era uma coisa. Hoje, já chego na agência com outra ideia porque sei como tudo funciona”, revela o agricultor.